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VACUVIN - CORTA PINGOS CRISTAL
VacuVin - Corta Pingos Cristal
É uma das formas mais práticas de evitar pingos nas vossas toalhas. Além de bonito, este "Drop Stop" é muito bem desenhado permitindo uma boa adaptação a diversos tipos de garrafas.
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ESPUMANTE QUINTA DO VALDOEIRO BAGA/CHARDONNAY 2007
Espumante Quinta do Valdoeiro Baga/Chardonnay 2007
Notas de Prova
Boa relação qualidade/preço. Com aromas e sabores tostados e untuosos, com uma grande persistência. Uma “cópia” bem imaginada do que se faz em Champagne, aos substituir a casta Pinot Noir pela nossa Baga.
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ESPUMANTE QUINTA DO VALDOEIRO BAGA/CHARDONNAY 2006
Espumante Quinta do Valdoeiro Baga/Chardonnay 2006
Notas de Prova
Boa relação qualidade/preço. Com aromas e sabores tostados e untuosos, com uma grande persistência. Uma “cópia” bem imaginada do que se faz em Champagne, aos substituir a casta Pinot Noir pela nossa Baga.
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ESPUMANTE FILIPA PATO 3B
Espumante Filipa Pato 3b
Diz-se que filho de peixe sabe nadar e este provérbio aplica-se lindamente neste caso, pois a filha de Luís Pato nada esplendidamente e este espumante é um exemplo disso onde o feminino está bem presente.
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LAGOALVA DE CIMA ARINTO&CHARDONNAY 2001
Lagoalva de Cima Arinto&Chardonnay 2001
Notas de Prova
Notas de madeira evidentes com acidez muito contida e uma boca agradável com notas tostadas e frutos de caroço.
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HERDADE DOS GROUS TINTO 2006
Herdade dos Grous Tinto 2006
Notas de Prova

Provado dia 4 de Dezembro de 2007:
Aromas a frutos vermelhos muito maduros e as violetas da Touriga presentes apesar da baixa proporção desta casta, um pouco de fumo das barricas e uma boca doce, com alguma persistência graças à sua frescura que a Touriga lhe trará.

Excelente relação qualidade/preço.

Hildérico Coutinho

Crítica retirada do blog do Pumadas de Peniche:
Feito a partir das castas Alicante Bouschet, Aragonêz, Syrah e Touriga Nacional este vinho estagiou por 9 meses em barricas de carvalho francês e americano.

Cor Ruby.

Aroma algo quente com muito fruto maduro a lembrar amoras, ameixas e alguma uva em passa que se enquadram com notas de ligeiro caramelo, chocolate e alguma especiaria.

Na boca volta a mostrar uma sensação alcoólica através de uma certa doçura mas que ainda assim não desagrada e inclusive terá os seus adeptos, é um vinho redondo, macio e até mesmo algo enjoativo no final de boca. Pronto a consumir nesta fase sem hesitações. Acompanhou muito bem uns hamburgueres de carne Maronesa.

Nota 15,5
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CRIOS TORRONTÉS 2009
Crios Torrontés 2009
Notas de Prova
Um vinho diferente do que se pode encontrar em Portugal, pois cheira e sabe a lichias, que como muitos bem saberão, é um fruto, mas cheira a flores. É um vinho fresco e elegante, lembra-nos uma piscina bem frequentada...
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ESPUMANTE TERRAS DO DEMO
Espumante Terras do Demo
Esta região do Távora-Varosa ficou célebre graças aos excelentes espumantes que a Raposeira primeiro e a Murganheira depois fizeram. A Adega Cooperativa do Távora sempre foi um importante fornecedor de uvas para estas empresas e finalmente decidiu começar a caminhar pelos seus próprios pés e nós só temos que agradecer e apoiar, com a vantagem de o podermos fazer agradavelmente como poderão facilmente comprovar.


Notas de Prova

Da minha terra alguma coisa tinha de vir de bom, além de mim claro, isto se pensarmos ser possível vir algo bom das terras do Demo.

Há umas décadas o que se destacava em termos de vinhos na região era o Terras do Demo branco que certamente muitas pessoas ainda terão na memória, pois na altura os vinhos brancos no mercado deixavam muito a desejar e este vinho era uma lufada de ar fresco, não que fosse muito frutado mas porque graças a uma mineralidade profunda conseguia ser algo mais que a generalidade. No entanto, neste momento o que se tem destacado pela excelsa qualidade é o espumante, feito exclusivamente de Malvasia Fina, que antes era vendida à Murganheira. Em boa hora os responsáveis da Adega desviaram algumas dessas uvas para experimentarem produzir este espumante, que desde o início foi um tremendo sucesso. Bastará atentar no crescimento do número de garrafas produzidas para se ter uma ideia do furor que está a causar: 5000 – 50000 – 120000 – 180000. Elucidativo, com a vantagem de não estar a baixar de qualidade como demasiadas vezes acontece nestes casos. Este sucesso muito se deverá ao trabalho que o enólogo Jaime Brogo desenvolveu, ele que desde há muito trabalha numa região onde os espumantes são um ex-líbris, a Bairrada.

Este Bruto Suave, como gosto de chamar a estes espumantes, que apesar de terem pouco açúcar, são espumantes que agradam a quase toda a população por terem uma acidez controlada e bem integrada. Aromaticamente delicado, com aromas a flores brancas do campo, tem uma bolha abundante, não muito fina mas não agressiva, pois na boca é delicada e persistente graças a uma boa combinação entre força e elegância.

Bebam-no fresquinho em flutes (não em taças por favor) como welcome drink ou a acompanhar umas tapas salgadas.
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QUINTA DA CASSA RESERVA TINTO 2005
Quinta da Cassa Reserva Tinto 2005
Notas de Prova
Provado em Março de 2008, tem sido responsável por agradáveis momentos gustativos. Aromas a frutos pretos, alguma violeta e a baunilha proveniente da madeira a sugerir um vinho doce que se confirma na boca de uma forma esplêndida graças aos taninos bem redondos e suaves que apresenta. Excelente e pronto a beber.
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JM RESERVA BRANCO DE 2007
JM Reserva Branco de 2007
Notas de Prova
O JM Reserva Branco de 2007 elaborado pelo produtor e enólogo José Miguel Vasques de Almeida, que após passagem por algumas propriedades famosas do Douro como é o caso da Quinta do Portal ou da Quinta do Crasto começou alguns projectos já com alguma visibilidade como é exemplo o Fagote ou o Oboé. Com a marca “JM” (adivinhem lá donde vem este nome?) lançou um tinto que foi bem recebido pela crítica, mas que talvez por ser tão “fora do baralho” em relação ao que tem sido a realidade do Douro, tem tido mais dificuldade em se impor, sendo que o preço também não ajuda. O mesmo não se pode dizer em relação aos brancos, pois a primeira versão em 2006, foi absorvida num ápice com esta versão a ter também uma boa saída. É um vinho com alguma estrutura, fornecida pela casta rabigato e temperada por uma menor quantidade de Malvasia Fina (exactamente ao contrário do que faz no Fagote Reserva Branco). Tem também uma boa acidez e a presença da madeira não é invasiva. Acompanhará muito bem um peixe gordo grelhado, como o cherne (não foi este que fugiu para Bruxelas?) ou o rodovalho em copos largos tipo viognier a 12ºC (não o sirvam muito frio que ele perde imenso).
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